Direção de arte em comunicação

Valores SÃO PAULO

VALORES SÃO PAULO

Valores dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu – São Paulo
Valor do curso de R$ 35.059,50*
Primeira mensalidade de R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor final
A36R$ 1.047,70*R$ 37.717,13*
B30R$ 1.239,69*R$ 37.190,76*
C24R$ 1.439,98*R$ 34.559,44*
D18R$ 1.919,97*R$ 34.559,50*
EÀ vistaR$ 29.296,64*R$ 29.296,64*
Valores Sorocaba

VALORES Sorocaba

Valores dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu – Sorocaba
Valor do curso de R$ 18.900,00*
Primeira mensalidade de R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser pagaValor final
A36R$ 526,44*R$ 18.952,00*
B30R$ 622,53*R$ 18.676,00*
C24R$ 766,67*R$ 18.400,00*
D18R$ 1.022,22*R$ 18.400,00*
EÀ vistaR$ 17.071,11*R$ 17.071,11*

Por que fazer esse curso?

O curso de Pós-Graduação em direção de Arte em Comunicação da BA, é uma excelente opção para quem procura novos desafios para crescer profissionalmente, adquirir conhecimento e desenvolver seu potencial.
Oferecendo conhecimento nas áreas de criação de comunicação visual, layouts, identidades visuais, telas e interfaces de interação e peças comunicacionais diversas, o curso possui uma densa base prático-teórica que estimula a criatividade e oferece ferramentas necessárias para o gerenciamento em projetos.
Possui foco nas demandas do mercado de trabalho, destinado a graduados nos cursos de Artes, Comunicação, Design e Jornalismo.

A MATRIZ

Disciplinas

HORAS

Utilizando-se da etnografia como método, fundamento da antropologia, esta disciplina aborda a escrita etnográfica. No entanto, uma vez que a visualidade ganha destaque nos finais do século XIX, ainda com o surgimento da fotografia e depois do vídeo, torna-se um suporte para a etnografia, ou melhor, uma tecnologia. Desde os fundamentos da imagem, passando pela fotografia até chegar ao seu reconhecimento como arte. Abordaremos a etnografia, a fotografia, a arte-pintura, o cinema e o vídeo, numa perspectiva histórica. Por se tratar de uma área muito ampla, vai desde a análise de vídeos etnográficos até a análise das artes plásticas. Conectaremos com o Instituto Warburg, os historiadores da pequena história e rumaremos para a análise do cotidiano e a antropologia, ou seja, a etnografia como ferramental.

Os componentes previstos para esta disciplina são: a criação e a estrutura do roteiro, suas características, processos de pesquisa e redação; micronarrativa e macronarrativa. Estruturas rítmicas, tensão, clímax, transições e cortes, plano-sequência e cinema experimental. Etapas de um roteiro técnico completo, como a ideia, o storyline, a sinopse e o storyboard, transições de cenas, relações de tempo-espaço, sincronismos e conceitos de imagem e som.

Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos para a realização de um roteiro técnico para audiovisual, articulando noções de tempo e espaço por meio da linguagem cinematográfica. Desenvolver o pensamento criativo com o uso de referências de diversas linguagens. Articular questões de tempo-espaço que envolva a noção de montagem sonoro-imagética em um filme.

Demonstrar e praticar técnicas que permitam o desbloqueio criativo bem como as ferramentas mais utilizadas no escopo da Economia Criativa para favorecer a produção de ideias é o enfoque desta disciplina. Desde o brainstorming praticado da maneira correta, como técnicas de moodboards, painel semântico e design thinking, o aluno deverá se desafiar a cada aula, com metodologias diferenciadas a partir de briefings reais, estimulados para a busca de mudanças do mindset em busca daquilo que é mais esperado nas corporações: o pensamento inovador. Por meio de técnicas e atividades individuais e em grupos, discussão de textos de diversos autores, vídeos, jogos e outras dinâmicas, serão apresentados casos que demonstram e esclarecem essas abordagens com o objetivo de preparar os alunos para a busca de propostas capazes de criar rupturas de paradigmas, com apoio inclusive de descobertas do campo da neurociência.
Os conteúdos previstos nesta disciplina foram organizados para colaborar com o desenvolvimento, montagem, estruturação e execução de eventos e espetáculos. São abordados tópicos como: o perfil ideal do Diretor de Arte para eventos e espetáculos, a lista de produção e check-list de produção, a construção de maquetes (materiais, tecnologias e montagem multimídia) e a produção de grandes eventos. Analisar o processo criativo, a adequação de figurinos, adereços e objetos de cena, as relações nas composições espaciais e as mecânicas em Direção de Arte, suas linguagens artísticas e simbólicas. Organizar e executar a produção de arte em espetáculos e eventos, valendo-se do instrumental conceitual, estético e da práxis da montagem, combinando os elementos compositivos para a organização e materialização da criação em diferentes suportes valendo-se das interrelações entre imagens e sons.
Estudar e praticar o olhar fotográfico utilizando a infraestrutura do estúdio fotográfico e softwares de edição e tratamento de imagens. Visa treinar a linguagem fotográfica para criar imagens de forte impacto visual, sedução e transmissora de conceitos. Aplicar técnicas de fotografia e iluminação, controle da câmera e equipamentos do estúdio fotográfico, pós-produção e Iconologia: caminhos da interpretação. Estudo e produção de retratos e still. Construção e desmontagem do signo fotográfico. Produção de ensaio fotográfico com defesa de projeto da proposta. Análise da linguagem de grandes mestres da fotografia publicitária, como Oliviero Toscani, entre outros e análise da estética da fotografia. Trabalho prático em estúdio da escola e aula externa em estúdio profissional.
Discutir as teorias, os pensadores e os princípios que regem as mídias computacionais para que o trabalho artístico, estético e poético, possa ser aplicado nela de maneira ampla, adequada e funcional. Analisam-se a arquitetura da mídia computacional e suas limitações técnicas, as origens do pensamento sobre a mídia computacional e como projetar comportamentos. Do Seamless ao Gamefication: a estética das mídias computacionais. A disciplina fornecerá os fundamentos, limites e mecanismos atuantes nas mídias computacionais provendo o suporte necessário para que as práticas de criação possam se desenvolver sobre elas de maneira viável e responsável. Physical Computing e Wearable Computing: novas formas de interação com mídias computacionais.
Esta disciplina traça um panorama geral da Direção de Arte aplicada à área da comunicação publicitária, com ênfase no seu caráter persuasivo. Por meio de leituras, referências e debates teóricos, tem-se a discussão de como se dá o ofício do Diretor de Arte na contemporaneidade. O aluno é conduzido para aprimorar o olhar analítico sobre as técnicas, os estilos gráficos e o esforço criativo, além de desenvolver técnicas e processos de criação habilitando-o a desenvolver uma visão crítica do meio publicitário e da Direção de Arte na Propaganda. A compreensão das figuras de linguagem aplicadas à comunicação visual e questões como hierarquia visual, grid, metalinguagem e hiper-textualidade entram em cena. Entre outras atividades práticas, os alunos refazem campanhas de clientes reais e conceitos criativos para diversas mídias.
Aproximar o aluno por meio do seu processo criativo, usando exemplos de produções cinematográficas, de tv ou vídeo para análise crítica e de exercício prático. Tem por objetivo principal estudar, discutir e executar em estúdio, a análise da relação do diretor de Arte com os demais profissionais envolvidos na produção de material audiovisual. Visa proporcionar aos alunos a oportunidade de desenvolverem exercícios práticos para assimilação dos conceitos. Estuda-se do esboço ao uso dos efeitos digitais, do estudo do espaço narrativo ao serviço de decupagem, da análise de making-off de filmes, da construção do figurino e da maquiagem e do ensaio fotográfico, videográfico ou simplesmente para um roteiro.
Nesta disciplina, o aluno terá a oportunidade da experimentação, com práticas buscando o descondicionamento provocado pelo excesso da uso das mídias digitais. Utilizando técnicas tanto artesanais quanto digitais, manuseando materiais dos mais inusitados, será estimulado a construir e desconstruir narrativas visuais com fins comerciais a partir de técnicas artísticas. Seja lidando com colagens, tintas, massas, madeira, papel, pintura, ilustração, grafite, aguada etc., o contato com linguagens diferenciadas e até híbridas será a tônica. A partir de briefings reais, as soluções serão discutidas em função de seus públicos e objetivos, dos objetivos de comunicação, da análise da concorrência, com resultados capazes de gerar grande impacto visual, atuando no território volátil da arte e do design gráfico ou digital.
Totalmente focado nas questões das Artes Visuais e seus desdobramentos, seus procedimentos e suas poéticas, esta disciplina apresenta os processos e metodologias criativas, as referências e o contexto das Artes. Introduz um resumo dos fundamentos e um panorama da arte contemporânea. Em seguida, toma o rumo da análise e leitura da obra de arte. Apresentar os processos e práticas de construção artística relacionando-os com a poética na contemporaneidade e a linguagem das Artes Visuais. O aluno é estimulado a pesquisar as diversas mídias, para reconhecer referências artísticas, suas poéticas e suas técnicas. Em paralelo, o aluno faz uma imersão em conceitos comuns, tanto ao universo das Artes Plásticas quanto no universo da estética e da linguagem do Design, da Publicidade ou da Comunicação Visual como um todo.
Fundamentos e teorias da imagem, representação e produção de sentido na Arte formam o grande escopo desta disciplina, que também é apresentado logo no início do curso para que o aluno obtenha uma visão panorâmica da sociedade audiovisual em que vivemos. São apresentados estudos para compreender a arqueologia da imagem, como se dá a construção da imagem técnica e do conhecimento no contexto da cultura da imagem. Traz a Arte como fenômeno social e cultural e apresenta estudos da percepção, da visão, do olhar, das técnicas e da estética. Discute os paradigmas que explicam a sociedade contemporânea e o fenômeno da superexposição de imagens. Neste módulo o aluno tem a oportunidade de fazer visitas monitoradas pelo docente a museus e/ou galerias para um trabalho de campo.
Nesta disciplina, o aluno tem um contato direto com os fundamentos da linguagem e da comunicação, podendo atualizar-se com as novas teorias e introduzir-se na análise da produção da comunicação comercial do mercado. O signo e a produção de sentido são abordados sob o viés da Semiótica, com o apoio de importantes autores. A comunicação, a ideologia e a sociabilidade também são abordadas além do grande universo das mídias e seus novos paradigmas. Pontuar com a nomenclatura correta e capacitar o aluno numa visão global do universo da comunicação e da linguagem.
Este módulo tem por objetivo exercitar reflexões em torno do design, seu pensamento e práticas, no contexto contemporâneo. Com o intuito de promover a observação crítica e oferecer recursos para entender as influências presentes em nossos dias, destaca alguns aspectos artísticos, econômicos, sociais e políticos que caracterizam o design na passagem do século XX para o XXI. Repercorrendo marcos dessa história, como o consumo, a influência da Bauhaus e a cultura de massa, analisa conceitos quais complexidade, hibridismo, cibercultura, poéticas visuais e estética digital. Expõe e discute o caráter inovador e disruptivo que permeia a natureza do design, revelando ideias e autores que exploraram territórios de transição e romperam cânones.
Esta disciplina costuma apresentar-se como informação absolutamente nova para a maioria dos alunos. Ele traz uma reflexão sobre o traje social e o traje de cena, relacionando moda com o cinema, o teatro, a televisão, o vídeo e a fotografia. Aborda a história da indumentária como subsídio para procedimentos criativos contemporâneos; o traje cênico e seus aspectos: cor, forma, origem, movimento, textura e volume, investigando-os na teoria e na prática. Aborda, de maneira prática e teórica, a elaboração de trajes para as artes cênicas, buscando referências nas artes e na moda. Criar conexões com os discursos visuais da Moda presentes na linguagem do cinema, da fotografia e do vídeo. Inserir o aluno no universo da imagem de moda contemporânea e estimular o enriquecimento do repertório de referências para pesquisa e criação.
Sonoplastia: usos e funções. Conceitos de som, ruído e música. Gêneros e ritmos musicais, história e características estéticas. Música e cultura. Linguagem Sonora. Fundamentos da Física Acústica. Propriedades do Som. Elementos da música: Ritmo, Melodia e Harmonia. Música e Sound Design. Produção sonora aplicada ao audiovisual. Música erudita e música popular: uso e características na indústria cultural. Criação sonora nos audiovisuais, na publicidade, em eventos, instalações e performances. Interfaces entre som e imagem aplicadas na arte e na comunicação. Instrumentalizar o aluno para que ele possa utilizar recursos técnicos e teóricos no auxílio de suas atividades profissionais e acadêmicas. Proporcionar ao aluno uma visão crítica da produção musical e relacioná-la com as demais áreas da cultura. Exercícios práticos de sonoplastia.
Estudo sobre o projeto de Pesquisa. Análise de modelos de projetos. Estrutura do Projeto de Pesquisa.

Total

366

* Para poder iniciar as orientações para o TCC, é compulsório cursar e ser aprovado na disciplina “Metodologia da Pesquisa Científica”.
** As disciplinas optativas garantem um enriquecimento de conhecimento e currículo ao aluno que, além das disciplinas obrigatórias, irá optar por mais 2 disciplinas de outros cursos da Pós-Graduação.

PROFESSORES

COORDENAÇÃO

sergio.ortiz@belasartes.br
Currículo Lattes

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2005), mestrado e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2013/2020). É sócio do escritório SLH Arquitetos Associados. Durante 11 anos foi sócio do escritório Sergio Santana Planejamento e Desenho da Paisagem, responsável pelo desenvolvimento de projetos importantes de arquitetura paisagística e urbanismo por todo país. Atualmente é professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, um dos coordenadores do curso de Arquitetura e Urbanismo e coordenador dos cursos de Pós-Graduação: Cenografia e Figurino, Design de Interiores e Direção de Arte em Comunicação desta Instituição. Membro do Corpo Curatorial da 15a. Quadrienal de Praga de 2023. Membro da ABAP – Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas. Integra o Banco Nacional de Avaliadores da Educação Superior (BaSis) vinculado ao Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior) e INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).Tem experiência nas áreas de Arquitetura, Paisagismo, Urbanismo e Artes, com ênfase em Cenografia e Indumentária, atuando principalmente nos seguintes temas: arquitetura, urbanismo, paisagismo, espaços livres, cenografia, indumentária, teatro e Peter Brook.

TOUR 360

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