Escrita criativa e editoração

Profissionais com formação em qualquer área do conhecimento, munidos de diploma de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação. Alunos que atuem ou desejam atuar em carreiras como as de escritor, editor, crítico literário, revisor, redator, jornalista, ensaísta, narrador, storyteller ou biógrafo.

08/08

Início da próxima turma
SEG e QUA

Valores

VALORES

Valores* dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu – São Paulo
Valor do curso de R$ 31.174,50*
Primeira mensalidade de R$500,00* e o restante de acordo com o plano escolhido
OpçãoParcelas Mensais e ConsecutivasParcela a ser paga*Valor Final*
A36R$ 930,07R$ 33.482,49
B30R$ 1.100,49R$ 33.014,70
C24R$ 1.278,10R$ 30.674,40
D18R$ 1.704,14R$ 30.674,52
EÀ vistaR$ 25.994,46R$ 25.994,46

Por que fazer esse curso?

A Pós-Graduação em Escrita Criativa prepara o profissional para desenvolvimento de conteúdos a partir da leitura crítica, da escrita, da reescrita, revisão, edição e publicação. O aluno será desafiado a explorar sua escrita em ficção, não-ficção, poesia, experimentações e técnicas.
O curso é ideal para profissionais que visam atuar como escritores, editores, críticos literários, revisores, redatores, narradores, storytellers, biógrafos, jornalistas e profissões relacionadas.
O pós-graduado estará apto à construção de histórias relevantes, atuando na leitura, escrita e edição no mercado editorial, com base nos princípios da Economia Criativa.

A MATRIZ

Disciplinas

HORAS

O que é um conto? Ele é mais do que uma história curta? O que mais ele é, e de que maneiras pode ser escrito? Essas são apenas algumas das questões com as quais esta oficina irá lidar. Ela explorará o poder inebriante do conto e as diversas maneiras de escrevê-lo. Nas aulas, haverá leituras e discussões direcionadas às muitas formas, desafios técnicos e potencial ilimitado do conto. Ao fazer isso, esta oficina irá aguçar as faculdades criativas e críticas. Embora esta seja uma disciplina predominantemente baseada na prática – destinada a melhorar a habilidade de escrever contos de ficção – também haverá leitura e análise do desenvolvimento do conto no decorrer da História. O objetivo é permitir que cada participante escreva o melhor conto que seja capaz de escrever naquele momento.

Partindo da origem da palavra criticar, do grego kritikós, “discernir, julgar” e krī́nein, “separar, escolher, decidir, julgar”, essa oficina examinará as diferenças entre os conceitos de “criticize” e “critique”. Ela estudará a escrita crítica, não como uma linguagem estanque, mas como parte integrante da “criatividade” literária que pretende tratar. A essência da escrita criativa é mudar a maneira como vemos e descrevemos nosso mundo, e, portanto, sua crítica deve corresponder a essas expectativas. Como, então, fazer e escrever crítica que responda inventivamente à literatura que analisa? Como fazer crítica que demonstre, em sua forma e linguagem, as transformações encontradas na literatura? Como fazer com que ela reconheça que não pode se apoiar em conceitos e categorias limitantes? Esta oficina possibilitará a leitura, a análise e a experiência de uma ampla gama de maneiras de praticar a crítica criativa.

O que é a crônica, o que a desenha e a define como gênero, e como pode um apurado e atento observador do cotidiano fazer com que um fato singelo se torne material para uma elaborada e criativa história? Nesta disciplina, os alunos e alunas serão conduzidos a reflexões e exercícios teóricos e práticos sobre um dos gêneros mais populares da literatura e da escrita criativa, que mescla o singelo ao profundo, e que exige do escritor um derramamento intenso de si, de modo confessional, em sua produção criativa, no sentido de aguçar seu olhar ao máximo. Uma das bases teóricas da disciplina é o conceito de “escrita da vida ao-rés-do-chão”, de Antônio Candido. Ministrado no formato de oficina de criação, o curso tem como escopo provocar seus participantes a produzirem criativamente por meio da crônica, e essa provocação se dará por diversos estímulos artísticos como filmes, músicas, obras de arte, e pela própria literatura. Em cada encontro, as alunas e os alunos serão estimulados a escrever, ler seus textos em voz alta, e também a criticar as produções dos outros participantes.

A disciplina busca desenvolver-se ao redor da discussão sobre o que seja a cultura e como ela se produz no mundo digital. A partir da discussão sobre as diferentes teorias envolvendo o tema da cultura, colocam-se questões que se articulam com a contemporaneidade e sua constante mudança e superação de práticas, crenças, preferências e escolhas. Procura também definir e analisar as possíveis diferenças e aproximações entre a cultura online e a cultura offline, destacando, inclusive, a reflexão a respeito da própria terminologia a ser utilizada para identificar essas duas esferas. A disciplina também busca discutir o que é netnografia, como uma intersecção entre a etnografia e o mundo virtual, e como esse novo campo do conhecimento se articula ao mercado editorial, na construção de sua compreensão sobre quem são os novos consumidores. Por fim, busca mapear as relações que existem entre escrita, cultura online e possibilidades de publicação.

As fanfictions (ou ficções escritas por fãs) são parte de um fenômeno maior ao qual chamamos de cultura participativa. Embora tenham sido batizadas enquanto fenômenos a partir dos anos 1960|70, graças ao esforço criativo e produtor dos fãs da série de televisão Star Trek, ganhou força com o advento da internet, com o encurtamento das distâncias entre ídolos, fãs e entre diferentes membros do mesmo fandom, ou seja, o conjunto de fãs de um ídolo. Esta disciplina tem por objetivo discutir as principais características desse fenômeno, passado pela discussão sobre a construção da noção de indivíduo e do surgimento da autoralidade, e pelos diferentes tipos de histórias de fãs e suas particularidades quando confrontadas com outras ficções. A disciplina procura analisar o perfil dos autores e dos leitores da fanfiction, articulando ao debate as teorias da recepção e as questões de gênero que perpassam o campo. Nessa linha, também procura entender se a fanfiction pode ou não ser considerada uma manifestação da cultura queer. Por fim, olha para a fanfiction a partir do aspecto jurídico e estabelece reflexões sobre o tema dos direitos autorais.

Consideradas parte de um dos gêneros literários mais populares do mundo, as histórias de crime e mistério estão sujeitas a sub-gêneros em constante mutação e evolução, quebrando convenções e criando expectativas. Assim, entender seus eixos temáticos e o modo como funcionam é fundamental para a criação e igualmente para a crítica desse tipo de narrativa. Esta disciplina examinará todos esses aspectos, bem como analisará os desenvolvimentos e características da modernização do gênero. Será conduzida em formato de oficina de criação, e em cada encontro, as alunas e os alunos serão estimulados a escrever, ler seus textos em voz alta, e a criticar as produções dos outros participantes.

Há muito vem sendo a escrita literária e criativa um dos mais eficazes instrumentos para se traçar relações antropológicas e líricas entre o ser humano e a cidade que habita. Partindo dessa premissa, esta disciplina se propõe a investigar essas relações, levando-se em conta o ponto de vista e o olhar observador das escritoras e dos escritores sobre a urbe que exploram, leem e habitam. Tudo isso com base nas noções de flanêurie de Walter Benjamin, que se traduz nas obras literárias de Virginia Woolf, Doris Lessing, James Joyce e Charles Beaudelaire, dentre outros, e igualmente nas teorias da Modernidade sobre a cidade como sinônimo de cultura, e como palco para as mais variadas formas de representações históricas, sociológicas, artísticas e culturais. Além disso, com base nos ensinamentos teóricos sobre a literatura e sua relação com a urbe-labirinto, nesta oficina as alunas e alunos serão estimulados a produzir mapas afetivos e literários urbanos, com base nas teorias da psicogeografia, da psicologia ambiental e da leitura sensível do ambiente (percursos imaginados e narrados a partir da literatura).

Você quer escrever fora da caixa? Criar seu próprio tipo de texto performático para além das restrições da narrativa convencional? Nesta oficina estudaremos textos radicais que oferecem a oportunidade de ir além das convenções de gêneros tradicionais. O que está envolvido na teoria queer e em ser criticamente queer? Que tipo de corpos ou desejos o queer descreve? O gênero ainda é importante no século 21 ou precisamos descobrir novos modos de pensar e escrever gênero? Como sexo, gênero e sexualidade são reunidos para garantir o privilégio normativo da heterossexualidade e do binário sexo / gênero? Que possibilidades existem para resistência a essas normas? Como essa resistência nos situa social, cultural e politicamente? Ao responder a essas perguntas, a oficina explorará uma variedade de tópicos, como política da diferença, representação e produção cultural, poder e populações marginalizadas, temporalidade e espacialidade, subjetividade e corporificação. A oficina irá problematizar e desafiar normalizações, hierarquias e relações de dominação; explorar os processos e linguagens que tentam fixar sexo, gênero e sexualidade como imutáveis e universais. Para tanto, ela discutirá autores que rompam com o binário (ativo / passivo, sol /lua, homem / mulher) na literatura, e que proponham a ideia de fluxo contínuo entre eles.

Tendo em mente que escrever para o público infanto-juvenil é tarefa das mais caras e delicadas na literatura, esta disciplina se propõe a fazer com que as alunas e os alunos explorem de modo profundo e habilidoso o rico universo da imaginação das crianças e adolescentes, de maneira a produzir textos criativos de alta sensibilidade. Por meio de abordagens teóricas e práticas, a disciplina, ministrada em formato de oficina de criação, propiciará que seus participantes criem textos originais a partir de exercícios de provocação, sob a forma das mais variadas demonstrações artísticas. Em cada encontro, os participantes serão estimulados a escrever, ler seus textos em voz alta, e a criticar as produções dos demais.

A Economia Criativa transformou-se em uma força poderosa na economia atual. Tornar-se conhecedor da gestão da Economia Criativa é forte diferencial para o sucesso de um negócio, seja na comunicação, nas artes, no design, na arquitetura, no audiovisual ou nas novas mídias, pois esse conhecimento irá preparar o profissional criativo para adquirir habilidades gerenciais para desenvolver e administrar toda a cadeia do negócio com visão estratégica. Assim, tendo a Economia Criativa como norte, e pensando no interesse dos aspirantes a escritoras e escritores em entender o processo de seleção de um livro para publicação, seja essa física ou online, e também em como aprender a editar, esta disciplina se desenvolveu. Além de se familiarizar com a estrutura e aspectos econômicos do mundo editorial contemporâneo, bem como com as oportunidades e desafios apresentados pelo mundo digital, os alunos poderão aprender sobre os processos pelos quais livros são escolhidos por agentes literários e editores. Ainda, terão os alunos noções sobre os princípios e práticas de escrita em blogs, sites e mídias sociais, bem como noções sobre mercado editorial e direitos autorais.

O advento das redes sociais propiciou o surgimento de micronarrativas de vida e de comportamento em formatos que são, em realidade, já conhecidos no mundo literário há séculos, como a escrita de diários (journaling), biografias e autobiografias. Esta disciplina se propõe a analisar, por meio de teoria e prática, a evolução desses intrigantes gêneros literários que se enquadram no campo da não-ficção, e dizem diretamente com o conceito contemporâneo de storytelling, ou seja, o modo de narrar por meio de experiências e histórias pessoais reais, sejam elas autobiográficas, confessionais ou baseadas nas histórias verdadeiras de outras pessoas que inspiram o escritor a registrá-las. A disciplina será ministrada em formato de oficina de criação, e em cada encontro, as alunas e os alunos serão estimulados a escrever, ler seus textos em voz alta, e a criticar as produções dos outros participantes.

Noções de edição e de editoração contribuem para a formação de um escritor. Diz-se isso porque, em muitos casos, o texto escrito tem uma realidade que também é visual, e a tradução da imaginação do autor para a realidade passa por essas duas esferas, e, portanto, quanto mais próximo do processo puder estar o autor, mais provável será que o produto final corresponda àquilo que ele tinha em mente. Pensando nisso, esta disciplina pretende diferenciar edição e editoração, e apresentar ao aluno quem são os profissionais envolvidos em cada uma dessas atividades. Também procura abordar diferenças entre questões de edição e editoração em textos impressos e em textos digitais, conversando com as multiplicidades de possibilidades de publicação.

Muito além de ensinar o conceito de poesia e suas características, esta disciplina se propõe a ir a fundo nas experiências passadas e presentes das alunas e dos alunos, para que encontrem seu “eu lírico”, e assim produzam criativamente a mais pura e genuína poesia. Tendo por base, dentre outras, as ideias de estranhamento provocado pela arte, e de “alumbramento” do poeta Manuel Bandeira, as aulas serão ministradas no formato de oficina de criação, tendo como objetivo provocar seus participantes a produzir criativamente por meio de poemas, e essa provocação se dará por diversos estímulos artísticos como filmes, músicas, obras de arte, e pela própria literatura. Em cada encontro, os participantes serão estimulados a escrever, ler seus textos em voz alta, e a criticar as produções dos demais. Também será abordado, sob aspectos teóricos e práticos, nesta disciplina, um dos mais recentes gêneros literários: o microconto, que finca suas bases na arte de narrar com concisão e sagacidade, e que condiz bem com o momento vivido nas narrativas digitais da atualidade.

O que define um romance? Como ele se estrutura? Nesta oficina discutiremos e veremos como são relevantes para a escrita ficcional tópicos como: forma, estilo, voz, caracterização, desenvolvimento de personagem e consciência, verossimilhança interna e externa, tempo, lugar e estrutura dramática. Ao longo das aulas, aprenderemos como nos tornar um escritores melhores na arte de escrever romances, ao mesmo tempo em que nos tornamos melhores leitores e editores do trabalho de outras pessoas. A oficina tem como base um trabalho sequencial que envolve a escrita per se, a leitura dos textos produzidos, o subsequente feedback elaborado pelo professor e demais alunos, e, a reescrita, de modo que assim possamos aprender a identificar os pontos fortes e fracos do texto de cada pessoa e comunicar nossa crítica de forma construtiva. A oficina também considerará certas questões enfrentadas por romancistas, como por exemplo, a dificuldade de aceitação da edição e o writer’s block.

Como transformar uma ideia em um roteiro? Como estruturar um roteiro para os diferentes tipos de mídia e plataformas: série, longa e curta-metragem, e documentário? Com a multiplicação de plataformas digitais, as oportunidades para elaboração de diferentes tipos de roteiro crescem no mundo todo. O foco desta oficina se dará na criação e estrutura do roteiro: características, processos de pesquisa e redação; etapas de um roteiro técnico completo: ideia, storyline, sinopse e escaleta; storyboard; transições de cenas; estruturas rítmicas de montagem; relações de tempo-espaço e imagem-som; construção e importância do diálogo, e sua verossimilhança interna e externa; e em exercícios práticos.

Ao final do curso de Pós-Graduação em Escrita Criativa, o aluno entregará um trabalho criativo original e não publicado de até 15.000 palavras. Esse trabalho deve ser escolhido entre aqueles já submetidos à crítica durante as oficinas no decorrer do curso. Ele pode ser parte de um romance, uma coletânea de poemas, contos ou crônicas, um roteiro, uma obra de infanto-juvenil, uma biografia, ou um texto experimental. Durante o período de desenvolvimento da obra, haverá encontros agendados entre orientador e orientando para discutir o trabalho.

Estudo sobre o projeto de Pesquisa.
Análise de modelos de projetos.
Estrutura do Projeto de Pesquisa.

Estudo sobre o projeto de Pesquisa.
Análise de modelos de projetos.
Estrutura do Projeto de Pesquisa.

Estudo sobre o projeto de Pesquisa.
Análise de modelos de projetos.
Estrutura do Projeto de Pesquisa.

Total

366

* Para poder iniciar as orientações para o TCC, é compulsório cursar e ser aprovado na disciplina “Metodologia da Pesquisa Científica”.
** As disciplinas optativas garantem um enriquecimento de conhecimento e currículo ao aluno que, além das disciplinas obrigatórias, irá optar por mais 2 disciplinas de outros cursos da Pós-Graduação.

OS PROFESSORES

COORDENAÇÃO

clarice.dallagnol@belasartes.br

Currículo Lattes

Clarice Dall’Agnol Casado é mestranda no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2020- ), possui licenciatura em Letras – Língua Inglesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004) e é bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1995). Desde 2018 é professora colaboradora no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, ministrando cursos livres na área de Escrita Criativa, e é tradutora e professora particular de língua inglesa e portuguesa em empresas e escritórios de advocacia desde 2003. Tem experiência nas áreas de Letras, Literatura e Escrita Criativa, com ênfase em Línguas Estrangeiras Modernas, Língua Portuguesa e suas Literaturas (2003 até a presente data). Colabora com textos literários para o site PáginaDois (https://paginadois.com.br), do qual é co-criadora e editora (2005 até a presente data).

Currículo Lattes

Marcella Marx é mestranda e bolsista no Master in Fine Arts (MFA) em Creative Writing da University of London, Birkbeck (2021), no qual tem como orientadora a aclamada escritora Dame Marina Warner. Possui Pós-Graduação em Escrita Criativa pela University of East Anglia / The Guardian – UK (2016), e Graduação em Letras – Inglês pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004). Participou da Oficina Literária da University of Cambridge onde teve um de seus contos premiado. Desde 2018 é professora no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, onde ministra a Oficina de Escrita Criativa. Colabora com textos literários para o site PáginaDois (https://paginadois.com.br) desde 2007. Marcella é professora de Inglês e mentora de Escrita Criativa desde 2005, e co-criadora da Pós-Graduação em Escrita Criativa e Editoração da Faculdade Belas Artes (2021).

Currículo Lattes

Doutora e Mestra em Ciências da Religião pela PUC-SP, possui especialização em Psicopedagogia Educacional pela UAM, bacharelado em História USP e licenciatura em História pela USP e em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho. Foi bolsista da CAPES, Brasil, no mestrado e no doutorado. Em pesquisa, tem experiência na área de História. Atuou na Docência da Área de Pedagogia, Letras e História na UAM e na UnP entre os anos de 2015 e 2018. Atuou no Ensino Médio entre os anos de 2007 e 2019 e no Ensino Fundamental II entre os anos de 2016 e 2019. Atualmente é Coordenadora Pedagógica em empresa própria, prestando consultoria educacional em empresa de Data Science e Coordenadora do Curso de Pedagogia no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

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